Os aspectos planetários são formados pelas distâncias angulares entre os planetas e indicam se eles se encontram em harmonia ou desarmonia, revelando possíveis conflitos, desafios, potenciais e benefícios relacionados ao indivíduo e as áreas de sua vida.


Assim, um planeta à 120º graus de distância do outro configura um trígono, enquanto, um planeta à 180º de distância do outro, ou seja, exatamente no extremo oposto, configura uma oposição. Os principais aspectos planetários observados pelos astrólogos e abordados no curso introdutório são:


Trígono - Planetas à 120º graus de distância um do outro, com orbe margem de excedência) de até 7º, com exceção do Sol e Lua que possuem margem de influência de até 8º a mais.


Quadratura - Planetas à 90º graus de distância um do outro, com orbe de até 6º, com exceção para o Sol e Lua que possuem margem de influência de até 7º a mais.


Sextil -  Planetas à 60º graus de distância um do outro, com orbe (margem de excedência) de até 5º, com exceção para o Sol e Lua que possuem margem de influência de até 6º a mais.


Oposição - Planetas à 180º graus de distância um do outro, com orbe de até 10º, com exceção do Sol e Lua que possuem margem de influência de até 12º a mais.


Conjunção - Quando dois planetas se encontram alinhados há menos de 10º de distância um do outro. No caso do Sol e da Lua essa distância é de até 12º graus a mais. Alexey explica que para os astrólogos antigos a conjunção ocorre apenas entre planetas que estão no mesmo signo, mas que para muitos astrólogos contemporâneos isso não é uma regra. Assim, ele enxerga uma conjunção de planetas em signo diferentes um aspecto mais enfraquecido.